sexta-feira, 8 de julho de 2011

Centenário das Assembléias de Deus no Brasil



Queridos, acredito que não é necessário eu dizer que faço parte da Assembléia de Deus, pois todos podem perceber isto através dos artigos postados em meu blog. Esse ano é de muita alegria para nós, pois é o ano que as Assembléias de Deus completam 100 nos em solo brasileiro. Sou um tanto suspeito para falar desta aludida igreja, visto que sou um de seus filhos, por isso escolhi um texto do estimado Pastor Renato Vargens, que sente a mesma alegria que eu e todos os demais assembleianos por mais um ano de conquista das IEAD.

A Assembléia de Deus é uma das igrejas que eu mais respeito. Particularmente gosto de ver o espírito de consagração das irmãs de oração, de perceber a dedicação dos obreiros cristãos a causa do reino, além de contemplar a seriedade de milhões de irmãozinhos cujo caráter aponta para o fato de que verdadeiramente foram regenerados pelo Espírito Santo.

A história das Assembléias de Deus se iniciou no Brasil em 19 de novembro de 1910 com a chegada em Belém do Pará, dos missionários suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg.

Em um século de serviço cristão a Assembléia de Deus multiplicou-se assustadoramente, tornando-se a maior denominação evangélica do Brasil. Do Oiapoque ao Chuí, milhares de congregações foram estabelecidas, levando milhões de brasileiros à experiência da salvação eterna. Estimativas recentes dão conta que hoje, no Brasil, os assembleianos somam 15 milhões de fiéis espalhados em mais de 100 mil locais de culto.

Sou grato a Deus pelo trabalho dos pastores que com dedicação serviram ao Senhor com compromisso e integridade, desbravando os rincões de pobreza neste país pregando o Evangelho de forma apaixonada. 

Parabéns a Assembléia de Deus pelo seu centenário! Rogo ao Senhor que abençoe de forma especial a milhões de irmãos que com temor e fervor tem servido a causa do evangelho.

Fonte: http://renatovargens.blogspot.com



IEAD completa 60 anos em Cambuí

Igreja Evangélica Assembléia de Deus - Ministério de Madureira - Campo de Cambui

Há 60 anos, a Igreja Evangélica Assembléia de Deus em Cambuí, começava sua história de muitas Glórias ao Nosso Senhor Deus. Os trabalhos iniciaram em 22 de fevereiro de 1951, com a direção do Diácono Maurício Salles de Abreu, Sargento Aposentado da Força Pública de São Paulo (atual PM) e sua esposa irmã Maria Afonsina de Abreu. Nessa época o irmão Maurício fazia cultos ao ar-livre e em sua Casa na Av. do Carmo e posteriormente em 1953, na Av. Tiradentes. 
Em agosto de 1953 o nosso irmão Benedito Sirley Lambert  Rosa  (atual Evangelista e 1º vice-presidente do campo) aceitou Jesus aos 09 anos de idade acompanhado de sua tia, foi um dos primeiros membros de nossa igreja. Esse culto foi realizado na Rua Saldanha Marinho e tinha cerca de 10 pessoas. Além do Diácono, sua esposa o irmão Benedito e sua tia, participavam do culto a família do irmão Francisco Cândido Brito que na época, já congregava em uma outra igreja, mas quando ouviu a pregação do diácono Maurício sobre o a Doutrina do Espírito Santo, começou a congregar no trabalho que se iniciava da Assembléia de Deus em Cambuí. 
1º Templo Sede do Campo de Cambuí
(rua Amélia Lopes)

O Batismo desta família foi realizado em Atibaia pelo Evangelista Vicente Ringue. Com a graça de Nosso Senhor o trabalho no campo começou a prosperar e o irmão Maurício iniciou trabalhos de Evangelização na cidade de Estiva. Os cultos eram realizados ao ar-livre e contou com o importante apoio do irmão Lausdilino. No final de 1953 a convite do Diácono Maurício, nos visitou o Diácono Oscar Bedore (que já estava evangelizando em Camanducaia), pois o irmão Maurício em idade avançada e problemas de saúde necessitava retornar para São Paulo. Em 1954 o irmão Maurício regressou à São Paulo e em 08 de maio de do mesmo ano o Diácono Oscar Bedore mudou-se para Cambuí a Rua Coronel Lambert, em frente ao atual Fórum. No dia seguinte de sua chegada, foi realizado o segundo Batismo em Cambuí que foi dirigido pelo Evangelista Vicente Ringue (Atibaia-SP). Alguns dos irmãs batizados nesta época, foram: irmão José Antônio Fidelis Filho, irmão José do Carmo Rosa e a irmã Jersy de Brito Rosa. 

Em 1953 foi inaugurado o 1º templo na Rua da Assembléia (atual rua Amélia Lopes). Nessa época de quinta e domingo se ministrava cultos públicos e nos demais dias cultos de oração, sem contar que todos os domingos à tarde eram realizados cultos ao ao livre. 

Em 1954 foram consagrados a diáconos os irmãos José Antônio Fidelis Filho e o irmão José do Carmo Rosa. O irmão José Fidelis Filho ficou responsável pelos trabalhos em Estiva.

Sob a direção de Nosso Senhor os trabalhos do campo foi prosperando e muitos novos trabalhos de evangelismo foram iniciados, tais como: Bairro dos Ferreiras em Itapeva, Camanducaia, Boa Vista, Bairro dos Urubus, Caçador e Sertãozinho em Estiva. Em Sertãozinho os trabalhos contaram com o apoio do irmão Benedito Silveira de Almeida e sua esposa, a irmão Sebastiana de Almeida. Esse casal são os pais do nosso irmão Pastor Sebastião Almeida.

Nessa época o Diácono Oscar Bedore, juntamente com o irmão Benedito Syrlei e a irmã Jersy saiam de Cambuí no único ônibus para Estiva às 14horas, desciam na Rodovia Fernão Dias que na época ainda era de barro e seguiam a pé até o Bairro dos Urubus para pregar o evangelho.
 
Inauguração do Templo de Estiva
1959
Em 1959 foi inaugurado o Templo de Estiva, 2º templo do campo. 
O Pastor Oscar Bedore foi um dos líderes de destaque do nosso campo, pois muito contribuiu para o crescimento e estruturação do campo. Em 1965 o Pastor foi transferido para a cidade de Atibaia-SP. 

Em 1965 o Pastor Paulo Leivas Macalão designou para dirigir o campo o Pastor José de Oliveira de São João do Meriti(SP) que dirigiu o campo por pouco mais de um ano e meio, até o final de 1966. Nessa época o campo foi dirigido interinamente por seis meses pelo já Presbítero José do Carmo Rosa.

Em julho de 1966 o Pastor José Eduardo Modesto (Brás-SP) enviou para dirigir o campo o Evangelista Francisco Martins que dirigiu o campo até o final de 1968, pois foi transferido para Maringá no estado do Paraná. 

No final de 1968 assumiu a direção do campo o Pastor José de Campos. Já de idade avançada, ficou no campo por apenas um ano e meio, pois necessitou retornar para São Paulo para tratar de enfermidades. Nesta época já congregava em Cambuí o Pastor Nelson Pereira Silva e sua família.

Entre 1970 e 1976 o campo foi dirigido pelo Presbítero Euclides Feliciano da Silva. Neste período foi dado o início da organização do Círculo de oração, mocidade etc.

Já de 1977 a 1980 o campo foi dirigido pelo Pastor Antônio Manuel de Souza.

De 1980 a 1983 pelo Pastor Antônio Teixeira. 

Em 1983 o Pastor Lupércio Vergniano (Brás-SP) enviou para dirigir o campo o Pastor Manuel Lino da Silva, mas é importante destacar que o Pastor Manuel Lino fez uma exigência para aceitar esse novo desafio... 

Que o campo ganhasse a aprovação de construção de um novo templo e que tivesse o apoio financeiro do Ministério do Brás. E como tudo era direção de Deus, o Ministério aprovou a construção do templo. Em 1984 a construção do templo de Cambuí foi iniciada juntamente com o atual templo de Camanducaia. 
Inauguração do Novo Templo Sede do Campo

Em julho de 1984 o Pastor Manuel Lino da Silva foi a São Paulo convidar o Pastor Orlando Pascoal Machado (na época Presbítero) para pastorear a igreja em Camanducaia. 

Em janeiro de 1986 o Pastor Manuel Lino da Silva deixa o campo de Cambuí e segue para a cidade de Inhumas no estado de Goiás. Com esta saída o campo ficou sendo dirigido pelo Pastor Lupércio Vergniano (Brás-SP) e trouxe para ser vice-presidente do campo o Evangelista José Nemézio Rodrigues.

Em 25 de julho de 1986 o novo Templo de Cambuí foi inaugurado. Uma curiosidade é que o Pastor Manuel Lino conseguiu junto a Câmara de Vereadores de Cambuí que o nome da Rua da Assembléia fosse transferido para a rua do novo templo. A antiga rua ganhou um novo nome, que é a atual rua Amélia Lopes. 

O Pastor José Nemézio Rodrigues deixou o campo em 1987. Assumindo a vice-presidência do campo o Pastor Domingos Fernandes dos Santos.

Desde 1989 a Igreja Evangélica Assembléia de Deus do Campo de Cambuí esta sendo dirigida pelo Pastor Orlando Pascoal Machado. Cambuí tem papel importante junto a Convenção Nacional do Ministério de Madureira, pois o Pastor Orlando ocupa a segunda vice-presidência da Convenção Mineira ao lado do Pastor Presidente Valter Resende de Carvalho, além disso é o responsável pela presidência da Junta Conciliadora do Estado. Até dez/2010 o campo é formado por mais de 1.200 membros, 20 (vintes) congregações e diversas sub-congregações organizadas em 03 (três) setores (norte, sul e central) e distribuído por 12 (doze) municípios do Sul de Minas.



Fonte: Texto escrito a partir dos valiosos relatos do Evangelista Benedito Shirley e Pastor Orlando Pascoal Machado ao Auxiliar Valter Moreira em Cambuí (MG) Dez 2010.

Porque a IEAD não usa Cruz nas fachadas de seus templos

Algumas pessoas devem se perguntar, o porque as Igrejas Assembleias de Deus não usam cruz nas fachadas de seus templos. Se este é o seu caso, segue abaixo a resposta.

Dois pontos de vista foram ventilados naquele encontro: primeiro, as Assembleias de Deus não devem usar o simbolo da cruz nas fachadas dos seus templos para evitar a mistura com os princípios idolátricos. segundo, as igrejas tradicionais utilizavam (algumas ainda utilizam) vazia como simbolo do Cristianismo e não como objeto de adoração ou reverência. 


O missionário Gustav Bergstöm levantou o problema com a seguinte pergunta: "É lícito que as Assembleias de Deus coloquem a cruz nas fachadas de seus templos?" Porém, a decisão final foi que não se poderia usar cruz por causa das dúvidas que tal uso poderia gerar. Não foi permitido usar nenhum simbolo cristão, exceto a Bíblia


Fonte: Bíblia do Centenário das Assembleias de Deus



Evangelho = Poder de Deus

Senti-me direcionado nesses últimos dias a estudar sobre a Salvação. Soube que a carta do apóstolo Paulo dirigida aos Romanos é uns dos maiores, senão o maior tratado bíblico-teológico sobre a salvação, embutido nas Escrituras Sagradas.

 Sem perda de tempo comecei estudar a aludida carta. Logo nas primeiras linhas da epístola deparai-me com o que em minha opinião é a maior definição do Evangelho,o apóstolo Paulo afirma que o Evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” (Rm 1.16).

 Em grego a palavra “soteria” traduzida por “salvação” em nossas versões, traz a idéia de:

1. Libertação (do pecado e dos poderes das trevas);
2. Estado de segurança (seguro, livre da ira divina sucederá sobre todos os incrédulos);
3. Cura (da natureza “débil”, “caída” do homem sem Deus, que procura constantemente satisfazer seus desejos inconvenientes);
4. Perfeição (estado o qual alcançamos mediante a santificação diária). 

 Diante do exposto glorifico ainda mais o nome do Senhor Deus, que nos amou quando éramos inimigos Dele.

 A Bíblia é regra de fé e conduta de todo crente em Cristo Jesus e Nela encontramos respostas para duvidas e incertezas, hoje ao iniciar a leitura o Senhor confirmou em coração que eu sou salvo, porque eu creio no evangelho e como já dito, ele é: O poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” (Rm 1.16).

Nele,
Augusto Ribeiro

Terra da Alegria - Irará

Após minha estadia em Salvador embarquei para Irará, cidade localizada no  interior da Bahia. Descobri que receptividade é uma dádiva de Deus, dada em porção dobrada para povo baiano (rsrssr). Conheci mais uma parte de minha família, que antes tinha contato apenas no mundo virtual, embora eles sempre existissem. Confesso que o pior momento foi o da despedida, pois minhas pernas caminhavam rumo ao avião de forma lenta, vagarosa, parecia não saber se deveria obedecer ao coração ou o cérebro. Uma vez obedecendo ao coração elas não caminharia rumo ao avião, pois esta não era minha vontade naquele momento. 

Esse é o meu sentimento quanto as pessoas. No que diz respeito a cidade, optei por postar o texto abaixo, escrito por meu irmão Eduardo Ribeiro e postado em seu blog: A vida sob leitura (http://pietrasopralinea.blogspot.com/)

Irará (nascido da luz do dia)



  Rousseau acreditava no homem puro em seu estado de natureza, dizendo que a sociabilidade o corrompe. Muitas das idéias deste filósofo foram confirmadas no sistema da vida contemporânea. No dia 15 (Eu 18), deste mês, cheguei a Irará (nome que deriva de Arará, uma espécie de formiga vermelha), na Bahia. Apesar de ser uma cidade pequena do estado baiano, Irará tem nobres filhos, como o cantor Tom Zé, o pesquisador Emídio Brasileiro, Diógenes de Almeida Campos, um dos mais importantes paleontólogos do Brasil, o goleiro Dida e, para mim o mais ilustre de seus filhos, Antonio Ribeiro, meu pai.
Desbravada pelos padres jesuítas e por bandeirantes que buscavam ouro, a cidade teve como primeiros habitantes as populações dos índios paiaiás, aliás, de onde meu avô descende. Próxima a Feira de Santana, e a 137 km de Salvador, a cidade conta com uma população aproximada de trinta mil habitantes, que sobrevivem basicamente da produção agrícola e do comércio local.
Em Irará, ao regressar à cidade após praticamente duas décadas, além de uma família maravilhosa, encontrei uma população hospitaleira, com uma rica tradição e traços marcantes de uma rica cultura, carregada pela simplicidade das pessoas e do lugar. Com o olhar de um outro, uma rápida passagem pode transformar a cidade em mais um pequeno vilarejo, iguais a tantos outros, contudo, como parte da cidade, sentimos a sua singularidade, aguçamos os nossos sentidos, para nos envolver com suas imagens, sons, odores e sabores.

Parece ser muito fácil viver em Irará, quando nos desprendemos da necessidade de transitar solitários nas multidões dos grandes centros, quando percebemos que não há uma cultura superior nas grandes cidades, quando deixamos de lado a ideia de que oportunidades de trabalho ou de estudo influenciam a nossa oportunidade de sermos seres humanos. Aliás, senti-me mais humano em Irará, em contato com o outro, com as estórias, com a natureza. Descendo para a Caroba ou para a Jurema, na roça, essas sensações se multiplicaram e intensificaram, já que ali a cultura planejada na massificação se enfraquece e se esvai.

Sem dúvida, voltarei a Irará, novamente de passagem ou para lá viver. Ao atingir meus objetivos, agora mais imediatos e reais, encherei outras malas, dividirei o que construí em mim, para multiplicar minhas experiências com as pessoas, e delas apreender muitas, iguais aos poucos dias em que pisei nas terras daquela cidade, tão bonita quanto Roma, Évora e Buenos Aires, porém, com uma dose a mais de oxigênio e de vida.

Salvador - Terra da Alegria

Salvador é uma cidade de contrastes. Primeira capital do Brasil, e capital da Bahia, conhecida como a terra de todos os “santos”, é rica em contrastes: naturais e sociais. A cidade histórica é a metrópole com maior percentual de negros localizados fora da África. O Sincretismo religioso também é muito vivo nesta região, pois lá o catolicismo se funde com candomblé e outros ramos do espiritismo, contudo, a população evangélica também marca sua presença, já representa cerca de (15%) da população soteropolitana.
     
No dia 18 de abril de 2011, embarquei no aeroporto de Cumbica, localizado em Guarulhos, São Paulo, minha terra natal, rumo a aludida cidade, Salvador. A viagem foi marcante, sem sombra de duvidas um momento único em minha vida, como todos os outros é lógico! Porém inesquecível, como outros poucos. O clima, a beleza, o contraste da cidade, tornou-a marcante para mim. Ficou em meu coração o sentimento de quero mais.

O que mais me chamou atenção, não foram as características descritas acima, a maior obra de arte que contemplei na “Terra da Alegria” encontra-se no bairro Sussuarana, subúrbio da capital litorânea. Ao desembarcar fui recebido pela família do meu amigo, Missionário Lourival Vieira Filho. Não faltaram abraços, e sorrisos, parecia que nos conhecíamos há anos, quando de fato, fazia apenas poucos instantes que nos vimos pela primeira vez. A família Viera é realmente extraordinariamente amistosa e cativamente, são pessoas que nunca sentaram na cadeira de uma universidade, não ocupam posições privilegiadas na camada social nem são detentoras de imóveis situados nas regiões mais belas da cidade, contudo, o que eles me ofereceram supera tudo isso,  muito se alegraram em me servir, sem interesse algum.

Aguardo vê-los em breve!

Augusto Ribeiro

Fora de Cristo não há frutos

Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim”
(João 15.4)


A idéia do versículo que tomamos como base é a seguinte: Eu (Cristo) permanecerei em você, conquanto, que você permaneça em mim, pois assim como o ramo não pode dar fruto, se não permanecer na videira, você também não dará se não permanecer em mim.


Fica claro que o segredo da vitória é “Permanecer em Jesus”, assim como o ramo “permanece na videira”.


Haverá dias que o medo virá à tona, as duvidas pairará sobre nossos corações, Satanás suspirará suas mentiras em nossos ouvidos, mas lembremo-nos de uma coisa: "Quem permanecer em Jesus dará muito fruto” (Jo 15.5).